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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Sistema de Mamografia MicroDose Philips para limpar imagem de baixa dose


Philips está trazendo seu sistema de mamografia MicroDose à América do Norte. O dispositivo utiliza raios-X fóton-detectores contando que oferecem alta resolução de imagem com uma dose menor de radiação do que os tradicionais sistemas pleno campo de mamografia digital.
De acordo com dois estudos citados pela Philips, uma redução de até 50% da dose é possível usar o dispositivo MicroDose.

MicroDose é o sistema de mamografia apenas aprovado pela FDA que utiliza tecnologia de raios X photon-counting.Semelhante ao diodo emissor de luz de iluminação (LED), que utiliza menos potência do que os tradicionais lâmpadas incandescentes, proporcionando alta saída de luz, a Philips MicroDose detector de fótons patenteado contagem utiliza menos radiação ao mesmo tempo oferece excelente qualidade de imagem. MicroDose também é projetado para oferecer uma experiência de mamografia menos estressante, fornecendo apoio curvas e uma superfície de posicionamento confortavelmente quente. A operação ergonômico torna fácil para os médicos de se concentrar sobre o paciente. Além disso, o exame - incluindo aquisição de imagem - leva menos de cinco minutos, oferecendo rapidez, comodidade, melhor rendimento e produtividade.
Além disso, a tecnologia de detectores de fótons MicroDose contagem apresenta oportunidades para aplicações de mama futuro não típicas de sistemas FFDM outros, a opção para avanços contínuos além 2D imagens de mama anatômicas em uma maneira fácil e cost-effective.
Fonte: Philips

Combinação de tratamentos aumenta sobrevida de pacientes com câncer de próstata


Resultados de estudo conduzido pelo Medical Research Council (MRC), no Reino Unido, evidenciam que a combinação de radioterapia com terapia hormonal aumenta de maneira significativa a sobrevida de pacientes com câncer de próstata.
O ensaio clínico randomizado, conhecido no Reino Unido como PR07, recrutou 1.205 homens, entre 1995 e 2005. Os homens, que eram predominantemente do Reino Unido e do Canadá, tinham sido diagnosticados com câncer de próstata localmente avançado, que havia crescido fora da superfície da próstata, mas que não tinha propagação. Metade dos homens foram tratados com terapia hormonal, uma forma padrão de tratamento medicamentoso, e a outra metade foi tratada com a mesma combinação de terapia hormonal, junto ao tratamento adicional de radioterapia.
Ao fornecer radioterapia, além de terapia hormonal, os pesquisadores descobriram que 74% dos homens ainda estavam vivos depois de sete anos, em comparação com 66% dos que não receberam radioterapia. Os pesquisadores também descobriram que aqueles que receberam radioterapia tinham cerca de metade da probabilidade de morrer especificamente de câncer de próstata.
O câncer de próstata é responsável por 10 mil óbitos no Reino Unido a cada ano e é a segunda causa mais comum de morte por câncer em homens, depois do câncer de pulmão. O ensaio foi realizado porque não se sabia se a radioterapia ajudaria a esses homens a viver mais tempo e se reduziria suas chances de morrer de câncer de próstata.
Matthew Sydes, cientista sênior da Unidade de Ensaios Clínicos da MRC, disse: "Os resultados deste estudo são muito animadores. Os efeitos colaterais da radioterapia são mínimos e estamos muito satisfeitos que, através dos esforços combinados dos pacientes, médicos e pesquisadores em todo o mundo, podemos estar confiantes quando os médicos recomendam a radioterapia para seus pacientes. Mais pesquisa está em andamento para melhorar os resultados para os pacientes com câncer de próstata".
Segundo o professor e co-autor no artigo Malcolm Mason, da Cardiff University, a próxima etapa será a de assegurar que os resultados deste estudo sejam transpostos para as recomendações de tratamento o mais rápido possível.
O pesquisador principal, Padraig Warde, da Toronto University Network, diz: "O estudo mostra que a combinação de radioterapia e terapia hormonal melhora a sobrevida global em 23% em termos relativos e a sobrevivência específica à doença em 43% em termos relativos, em comparação com o tratamento com a terapia hormonal sozinho. Com base nesses resultados, acreditamos que a adição da radioterapia para o plano de tratamento deveria tornar-se parte da terapia padrão".
Fonte: ISaude

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

ORBIT 3D Scanner X-ray Elimina o Braço-C das salas de Cirurgias


Pesquisadores do Instituto Fraunhofer estão trabalhando no ORBIT, um scanner 3D de raios-X que supera muitas das desvantagens dos tradicionais braços-C. Quando se utiliza um braço-C, os procedimentos precisam ser interrompida para dar espaço e mova o dispositivo em que o círculo em torno do paciente capturar a imagem em 3D. O ORBIT é um sistema aberto em que a fonte de raios-X segue um caminho circular acima da mesa de operações.
Isso faz com que a captura de imagens muito mais rápido e mais fácil. Além disso, o sistema é muito menos suscetível a artefatos de metal, porque sua fonte de raios-X é o detector, não operam no mesmo plano.
ORBIT é composto de três módulos: Existe uma fonte de raios X montado em um suporte articulado. Este braço giratória pode ser fixada no teto ou montado em um suporte com rodas para aplicações móveis, mas de qualquer forma os exames de raios-X são sempre realizadas a partir de cima. Há um detector de tela plana digital embutido na mesa de operação. Finalmente, há um monitor - móvel ou montado na parede - para exibir as imagens de raios-X.
Construção de um protótipo inicial está em andamento e testes abrangentes começará em 2012. O sistema está configurado para estar pronto para o mercado dentro de três a cinco anos ". Aqueles que desejam saber mais sobre ORBIT terá sua primeira chance na Medica 2011, em Düsseldorf.
Fonte: Medgadge

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Dia 8 de novembro dia do Técnico em Radiologia


Radiologia In Foco, deseja a você profissional das técnicas radiológica, muito sucesso na profissão que escolheu e parabenizá-lo por esse momento sublime de conquistas.
O dia 08 de novembro é um dia marcante em nossas vidas. Por esse trabalho árduo e incansável por nós desenvolvido, com um só propósito em nossa caminhada, garantir á sociedade, um atendimento digno, com responsabilidade, segurança e credibilidade.
Sigamos em frente com espírito de luta, bravura e coragem, por mais difícil que seja, existe sempre uma maneira de vencer, tentar algo novo, quantas vezes for preciso. Parabéns!!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Tratamento com laser muda cor dos olhos de marrom para azul em 20 segundos


Um cientista norte-americano afirma ter desenvolvido um procedimento simples que pode transformar a cor dos olhos das pessoas de marrom para azul de forma permanente e sem provocar qualquer dano. O pesquisador Gregg Homer, diretor da Stroma Medical Company, na Califórnia, alega que o novo tratamento, chamado "Lumineyes", pode ser uma alternativa segura e permanente às lentes de contato coloridas.
Contudo, oftalmologistas pedem cuidado, pois destruir a pigmentação dos olhos pode causar problemas de visão se muita luz conseguir entrar na pupila.
O procedimento utiliza raios laser para destruir o pigmento marrom natural (melanina) na camada superior da íris, região central colorida do olho. Um sistema de escaneamento informatizado tira uma foto da íris e " vê" quais as áreas serão tratadas. O laser é então disparado, usando um padrão próprio, atingindo um ponto da íris de cada vez. Entretanto o processo completo é tão rápido que pode ser concluído em apenas 20 segundos.
"O laser agita o pigmento na superfície da íris. Usamos duas frequências que são totalmente absorvidas pelo pigmento escuro, por isso não há perigo de dano para o resto do olho. Ela aquece e muda a estrutura das células do pigmento. O organismo reconhece que elas são tecido danificado e envia uma proteína. E esta, por sua vez, ativa uma outra característica que é como um pac-men que digere o tecido em um nível molecular", explica Homer.
Após a primeira semana de tratamento, a cor dos olhos fica mais escura porque as características do tecido mudam. Em seguida, o processo de digestão começa, e depois de mais 1 ou até 3 semanas, o azul aparece. Como a melanina não se regenera, o tratamento é irreversível.
O pesquisador demonstrou esperança de que a operação cosmética, que já é realizada ao custo médio de 5 mil dólares nos EUA, esteja disponível em outros países dentro de 18 meses depois de algumas pesquisas adicionais.
Fonte: ISaude

Portugueses criam feixe de raios gama inédito

Imagine uma lanterna capaz de iluminar o que está por detrás de 20 centímetros de chumbo ou de uma parede de cimento com um metro e meio de espessura. Será uma forma simplista de explicar o que conseguiram criar os investigadores da equipe do Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear (IPFN) do Instituto Superior Técnico de Lisboa em colaboração com colegas da Universidade de Strathclyde no Reino Unido, mas permite começar a ter uma ideia. O ano passado, numa experiência inédita num acelerador laser-plasma escocês, conseguiram criar o feixe de raios gama (a radiação que se segue aos raios X em termos de energia) mais brilhante do planeta.
Numa fração de bilionésimo de segundo, explicou o investigador João Mendanha Dias, conseguiu-se um brilho mil milhões de vezes superior ao do Sol. Embora neste momento seja ainda uma prova de conceito, este tipo de tecnologia - mais portátil que a hoje usada para produzir as fontes radioativas utilizadas em radiologia e radioterapia - poderá ampliar o poder das ferramentas usadas em medicina.
Os resultados da experiência em Glasgow foram publicados em Setembro na revista "Nature Physics". Além de abrir portas na medicina, uma tecnologia com esta poderá permitir criar novas ferramentas de análise industrial ou segurança. A técnica de obter radiação por oscilação dos elétrons, e não nos tradicionais aceleradores, tem vindo a ser estudada pela equipe do IST e agora começa a revelar-se eficaz. As aplicações futuras vão depender de mais estudos e investimento.
Fonte: IOnline

domingo, 6 de novembro de 2011

Ressonância explica como cérebro processa piadas

Cientistas britânicos dizem ter desvendado a maneira como o cérebro humano reage a piadas, num trabalho que pode ajudar a determinar se pacientes em estado vegetativo são capazes de experimentar emoções positivas.
Pesquisadores da unidade de cognição e ciências cerebrais do Conselho de Pesquisas Médicas usaram exames de ressonância magnética funcional para observar e comparar o que acontece no cérebro de pessoas normais quando elas ouvem frases comuns e piadas engraçadas, inclusive trocadilhos.
Ao avaliar os cérebros de 12 voluntários saudáveis, eles notaram que as áreas de recompensa no cérebro se acendem muito mais ao processarem piadas do que ao processarem uma fala normal. No estudo, essa reação de recompensa aumentava conforme os participantes achassem uma piada mais engraçada.
– Encontramos um padrão característico de atividade cerebral quando as piadas usadas eram trocadilhos –, disse Matt Davis, um dos coordenadores do estudo, em nota.
Por exemplo, piadas como ‘Por que os canibais não comem palhaços? Porque eles têm um gosto engraçado!’ envolvia áreas cerebrais ligadas ao processamento da linguagem, mais do que em piadas que não envolviam jogos de palavras.”
Ele disse que a resposta também era diferente quando frases não-engraçadas continham palavras com mais de um sentido.
– Mapear a forma como o cérebro processa as piadas e as frases mostra como a linguagem contribui para o prazer de entender uma piada. Podemos usar isso como parâmetro para entender como as pessoas que não conseguem se comunicar normalmente reagem a piadas –, acrescentou ele.
A equipe de Davis, que teve seu trabalho publicado nesta terça-feira na revista Journal of Neuroscience, disse que será possível usar o estudo para descobrir se alguém em estado vegetativo pode experimentar emoções positivas, um passo que poderia ajudar os parentes a entender o estado mental dos pacientes.
– Já usamos ressonâncias magnéticas funcionais para detectar a compreensão da linguagem em pacientes em estado vegetativo que não conseguem se comunicar de qualquer outra forma –, disse Tristan Bekinschtein, que também participou do estudo.
– Podemos agora usar métodos similares para buscar emoções positivas nesses pacientes. Isso é muito importante para as famílias e amigos desses pacientes, que querem saber se eles ainda conseguem experimentar o prazer e o riso, apesar da sua adversidade.
Fonte: Correio do Brasil

Características individuais afetam precisão de resultados de tomografias


Um estudo publicado no American Journal of Roentgenology mostrou que um tipo de tomografia computadorizada utilizada para detectar a doença arterial coronariana pode ser afetada por fatores como a etnia do paciente, a relação entre altura / peso e a frequência cardíaca.
A tecnologia de digitalização avaliada é conhecida como multi-detector de tomografia computadorizada (TCMD). No novo estudo internacional, pesquisadores analisaram exames de 291 pacientes com artérias obstruídas e descobriram que as imagens de pacientes negros tiveram pior qualidade do que as de pacientes brancos.
"Fatores fisiológicos como a frequência cardíaca alta, arritmia, a obesidade e a sobrecarga de cálcio coronariano continuam a limitar a precisão diagnóstica da TCMD em comparação com a angiografia coronária invasiva convencional. Nosso estudo é importante porque encontramos uma influência relevante do índice de fatores individuais sobre a degradação da qualidade da imagem", avalia o autor do estudo, Melvin E. Clouse.
"Os pesquisadores notaram que os médicos utilizam os exames porque são precisos e confiáveis, mas a capacidade de diagnóstico de qualquer método de imagem é diretamente dependente da qualidade da imagem", acrescentou Clouse. "Com este novo conhecimento, combinado com novas e avançadas tomografias computadorizadas, temos o potencial para melhorar a qualidade de imagem de angio-tomografia coronariana, e no futuro, tornar o teste ainda mais preciso e independente das características do paciente".
Fonte: Informe Saúde

sábado, 5 de novembro de 2011

Estudo questiona mamografia para diagnóstico precoce de câncer


Médicos dos Estados Unidos estão questionando a capacidade de salvar vidas do exame de mamografia. Em estudo publicado ontem na revista "Archives of Internal Medicine", uma equipe da Universidade Dartmouth apresenta cálculos apontando que, das mulheres cujos tumores foram detectados por mamografias (sem que elas tivessem qualquer sintoma prévio), só 10% tiveram sua vida salva pelo exame.
O trabalho foi liderado pelo clínico H. Gilbert Welch, autor do livro "Overdiagnosed" ("Superdiagnosticado", sem edição no Brasil). Segundo os autores, o uso de histórias de sobreviventes de câncer para estimular a realização de exames, como se vê nas campanhas como a "Outubro Rosa", que promove a detecção precoce no mundo todo, induz a uma concepção errada sobre o teste e esconde seus riscos.
"A maioria das mulheres com câncer detectado por mamografia de rastreamento não foi salva pelo exame. Elas foram ou diagnosticadas mais cedo sem consequência para seu risco de morte ou sobrediagnosticadas", afirma o artigo científico.
DEBATE
O trabalho dá nova força à polêmica já colocada em pesquisas recentes. Em setembro, um estudo no "British Medical Journal" mostrou que os exames periódicos de mamografia aumentam o risco de as mulheres serem submetidas à retirada total da mama, a mastectomia. Isso apesar de as campanhas de prevenção afirmarem que a detecção precoce reduz a necessidade desse tipo de operação.
As últimas recomendações da Força-Tarefa de Serviços de Prevenção nos Estados Unidos destacam os falsos-positivos e o sobrediagnóstico como problemas graves do rastreamento.
MÉTODO COMPROVADO
De acordo com a radiologista Flora Finguerman, é preciso ter cuidado com esses resultados. "O rastreamento é um método comprovado de redução de mortalidade por câncer de mama. A taxa pode chegar a 30% dependendo da faixa etária."
Finguerman afirma que existem métodos para reduzir o risco de falsos-positivos nos programas de rastreamento de câncer de mama. "Nos bons serviços de rastreamento, só 4% das mulheres são convocadas a retornar para fazer novos exames."
Países como a Inglaterra e os EUA controlam os dados dos exames para monitorar possíveis excessos de diagnóstico. O problema, diz a radiologista, é que no Brasil não há um controle desse tipo. "Hoje, são feitas muitas biópsias desnecessárias, há muitas mulheres convocadas a fazer novos exames. Isso gera mais gastos e aumenta o estresse das pacientes."
Para os autores da nova pesquisa, esse tipo de informação não é veiculado de forma clara para as mulheres nas campanhas de câncer. "O público fica com a impressão de que toda sobrevivente foi salva pelo exame de rastreamento", escreve Welch. Ele afirma que os exames clínicos e a melhora dos tratamentos aumentaram o número de sobreviventes de câncer na população.
"Mas o sobrediagnóstico também cria um número maior de sobreviventes, que gera publicidade para aumentar os exames preventivos e realimentar a população dos que superaram a doença, em um círculo vicioso."
Fonte: Folhapress

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Pesquisadores diminuem duração de ressonância magnética


Pesquisadores do laboratório de eletrônica do MIT (Instituto Tecnológico de Massachusetts) desenvolveram um algoritmo que pode reduzir em 30 minutos a duração de um exame de ressonância magnética.
As máquinas de ressonância magnética são fundamentais para detectar sintomas iniciais de câncer e outras anomalias. Para isso, utilizam fortes campos magnéticos e ondas de rádio para gerar imagens do corpo.
Dentro dos scanners é captada uma área do paciente, com uma sucessão de imagens da mesma parte do corpo para gerar uma comparação entre as mesmas.
Com o estudo da variação dos contrastes, segundo os diferentes tipos de tecido, os radiologistas podem detectar anomalias sutis, como um tumor em desenvolvimento.
Obter várias imagens de uma mesma região requer muito mais tempo do que uma simples radiografia, por isso os pacientes ficam dentro do scanner por cerca de 45 minutos, tempo que para alguns parece uma eternidade.
Este tempo agora pode ser reduzido graças a um algoritmo criado pelos pesquisadores do MIT dirigidos por Elfar Adalsteinsson, professor de Engenharia Elétrica e Ciências da Computação e também de Ciências da Saúde e Tecnologia, e Vivek Goyal, professor de Engenharia Elétrica e Ciências da Computação.
O algoritmo utiliza as informações obtidas pela primeira comparação para ajudar a produzir as imagens posteriores.
Dessa forma, o leitor não precisa começar do zero cada vez que produz uma imagem diferente, o que ajuda a reduzir consideravelmente o tempo de realização de cada prospecção posterior.
O software busca as características comuns a todas as análises, como a estrutura anatômica básica, afirmou Adalsteinsson, cujo trabalho será publicado na revista especializada "Magnetic Resonance in Medicine".
De acordo com Goyal, o algoritmo, porém, não pode impor muita informação da primeira prospecção nas subsequentes, porque se corre o risco de perder as características do tecido revelado pela comparação.
O resultado é uma imagem de ressonância magnética três vezes mais rápida, garantem os autores do estudo, que agora estão trabalhando para melhorar ainda mais o algoritmo e acelerar o tempo para processamento dos dados da imagem bruta. O propósito é antecipar o tempo gasto na análise.
Fonte: Folha de S.Paulo

Médicos solicitam menos exames de TC


Médicos brasileiros estão reduzindo os pedidos de tomografia e substituindo o exame por outros que não emitem radiação ionizante, como o ultrassom e a ressonância magnética.
A iniciativa, confirmada pelo CBR (Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem), ocorre após estudos recentes revelarem que até 2% dos cânceres nos EUA podem estar relacionados ao uso desse tipo de radiação.
Também está em discussão na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a revisão de uma portaria de 1995 que regulamentou a radiologia no Brasil. A nova versão do documento vai estabelecer o limite de radiação que os pacientes devem receber em um exame radiológico.
A radiação ionizante pode causar morte celular, e a probabilidade de câncer é proporcional à dose recebida. Hoje não há um limite estabelecido de quantos exames uma pessoa pode fazer para estar segura. A orientação é quanto menos, melhor.
Estudos apontam que o risco de câncer aumenta quando a exposição à radiação, que é cumulativa, passa de 40 millisieverts (mSv). Em uma tomografia computadorizada de abdome, por exemplo, o paciente se expõe de 2 mSv a 10 mSv de radiação ionizante. Se for obeso, a dose chega a ser o dobro.
A preocupação cresceu porque, nos últimos anos, a tomografia passou a ser um dos exames mais pedidos pelos médicos e, muitas vezes, sem necessidade. Nos EUA, ela responde por 50% de toda radiação recebida em exames. Estima-se que até 40% dos exames feitos por ano sejam desnecessários. No Brasil, não há estimativas do tipo, mas estudos mostram situação parecida.
ULTRASSOM
Para o radiologista Fernando Alves Moreira, especialista em tomografia e porta-voz do CBR, o comportamento dos médicos brasileiros começa a mudar. ”Como a tomografia tem uma resolução melhor e consegue pegar alterações menores, o pessoal pedia mais. Agora, com a preocupação da radiação, já se intercala com ultrassom ou ressonância.”
O urologista Miguel Srougi, professor titular da USP, é um dos que mudaram de conduta, passando a limitar os pedidos de tomografia computadorizada no seguimento de pacientes oncológicos.  Antes, ele solicitava uma tomografia a cada quatro meses nos casos de tumores de bexiga, por exemplo. Agora, intercala o exame com o ultrassom. “Se der alguma anormalidade, aí peço a tomografia. Diante das novas evidências, deve ser usada com cautela.”
O oncologista Paulo Hoff, diretor-geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira, diz que há mudanças também no acompanhamento do câncer de testículo.
“O exame deve ser feito para complementar uma hipótese clínica, nunca para avaliar se há um câncer quando não existe outra indicação de que isso esteja acontecendo.”
RESTRIÇÃO EM CRIANÇAS
Estudos mostram que uma tomografia computadorizada em uma pessoa de 25 anos aumenta o risco de câncer em 0,6%, em relação a quem nunca tenha feito o exame. Moreira diz que, em crianças, o bom senso em limitar exames deve ser ainda maior.
Já existe um movimento mundial neste sentido. Para crianças com doenças pulmonares crônicas, já se discute dispensar algumas fases do protocolo do tratamento (que prevê exames periódicos para análise da doença) para evitar o excesso de radiação.
Fonte: Folha de S.Paulo

Inédito no SUS, equipamento trata câncer sem cortes


O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, é o primeiro hospital público do país a adotar a técnica de radiocirurgia. Trata-se de uma terapia simples e rápida para tratar pacientes oncológicos que, por motivos clínicos, não poderiam se submeter aos riscos de uma cirurgia comum.

O tratamento é indicado para tumores primários ou metástases localizadas no pulmão e na coluna vertebral, desde que isolados e com até cinco centímetros de diâmetro.
Essa tecnologia de ponta visa concentrar uma grande dose de radiação em focos bastante específicos, provocando a morte das células cancerígenas por meio da quebra de seu DNA e chance mínima de danos aos tecidos sadios. 
Além disso, o equipamento possibilita que, mesmo havendo uma pequena movimentação do tumor, provocada pela respiração, somente a área programada seja tratada. Isso porque o aparelho ajusta os disparos quando o tecido saudável fica à frente do dispositivo emissor da radiação. O procedimento dura, em média, cerca de uma hora e libera o paciente para voltar à sua rotina normal imediatamente.
Antes de dar início ao tratamento, uma imagem do tumor gerada pelo próprio equipamento de radioterapia é realizada para que a equipe de médicos e físicos possa posicionar o alvo que será submetido à radiocirurgia. 
Justamente por essa precisão, a técnica promove maior proteção dos tecidos vizinhos contra a radiação quando comparada ao tratamento de radioterapia convencional. Por esta razão, embora recebam uma dose elevada de radiação, os pacientes apresentam uma tolerância muito maior à nova técnica.
Além disso, o período de tratamento é mais curto. São necessárias de uma a cinco aplicações, número que pode subir para cerca de 30, quando empregada a radioterapia comum.
“Mesmo sendo indicada para um perfil específico de pacientes, a técnica tem revolucionado a vida de muitas pessoas, que passaram a ter acesso, pelo SUS, a um tratamento de ponta e com mais qualidade de vida”, avalia o diretor geral do Icesp, Paulo Hoff.
Fonte: Icesp

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Eleição para escolha dos membros da CIPA do Centro de Diagnóstico Manoel Florêncio

Na última terça-feira (01), o Centro de Diagnóstico Manoel Florêncio viveu um dia diferente na sua rotina, o motivo foi à eleição para a escolha dos membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA.
A eleição foi em clima de descontração, pois os cinco candidatos que disputavam as cinco vagas não precisaram pedir voto para garantir lugar na comissão, exceto para a Técnica em Radiologia Isabela Faustino, que por ser nova na empresa teve que usar da criatividade para conseguir voto. Ela se destacou na eleição por ter investido no marketing pessoal, distribuiu adesivos com sua imagem e, com o sorriso que lhe peculiar, pediu voto aos colegas. “Agradeço aos colegas que me apoiaram como também, aqueles me criticaram, pois as críticas nos ajuda a fazer uma autoreflexão”. Disse a TR. Isabela Faustino. 

O Radiologia In Foco parabeniza a equipe do Centro de Diagnóstico Manoel Florêncio pelo belíssimo trabalho desenvolvido no processo de escolha da CIPA.
O que é a CIPA?
CIPA é uma comissão composta por empregados de uma empresa, uns eleitos pelos funcionários e outros indicados pelo empregador, em número de acordo com o total de empregados da empresa, e de seu grau de risco em função da atividade econômica desenvolvida. A comissão tem como objetivo a prevenção de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, decorrente das condições ambientais do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a prevenção da vida e preservação da saúde do trabalhador.
 
 
 
 


Siemens e Synthes lançam Software de Planejamento Pré-Operatório de Cirurgia do Trauma


Siemens e Synthes recentemente lançou uma nova peça de software que permite que os cirurgiões de trauma planeje suas cirurgias de traumas. 
PreOPlan, como o software é chamado, é destinado para o planejamento virtual da cirurgia óssea de fraturas e osteotomias para deformidades ósseas.
Após a redução virtual de uma fratura, um implante pode ser selecionado, que é processado em 3D na tela, onde o seu posicionamento pode ser planejada em dois planos, e os implantes adequados pode até mesmo ser dobrado na tela.
O software permite que o cirurgião PreOPlan analise de forma precisa uma fratura óssea usando uma imagem de raio-X digital do paciente: O cirurgião pode segmentar a fratura na tela, medir e depois remontar o ponto de fratura na posição anatômica correta. Todos os implantes adequados para a respectiva região anatômica são sugeridas automaticamente por um banco de dados com implantes ósseos da Synthes. O cirurgião pode chamar informações sobre os implantes (comprimento, inclinação, tamanho, material ou) diretamente sobre a imagem de raios-X. Uma vez que o cirurgião decidiu por um implante, PreOPlan automaticamente apresenta uma seleção de implantes que são necessários, adicionalmente, como parafusos para fixação. O cirurgião então pode fazer a sua seleção. No geral, o planejamento de uma cirurgia de rotina com PreOPlan leva apenas alguns minutos.
Posteriormente, os documentos de planejamento são resumidos em um relatório final. Este contém as imagens que o cirurgião pode usar para orientação durante a cirurgia, bem como uma lista de materiais para o pessoal operacional que têm de preparar o procedimento. As imagens de planejamento torna mais fácil para o médico explicar a cirurgia ao seu paciente. Além disso, os documentos de planejamento facilita a obtenção de segunda opinião de um colega.
Além de cirurgia do trauma de rotina, PreOPlan também suporta o planejamento de uma chamada osteotomia no joelho. Durante este procedimento, um fêmur é separado próximo ao joelho e uma cunha é removido, a fim de corrigir uma malformação da perna. Usando PreOPlan, o cirurgião pode calcular com precisão a posição, inclinação e do tamanho da cunha que está a ser removido, a fim de corrigir a deformidade.
Fonte: Siemens

Hologic Trident sistema de radiografia Specimen recebe autorização da FDA

Hologic recebeu autorização da FDA para o seu sistema de radiografia espécime Trident. O sistema de radiografia móvel é projetado para ser usado na suíte OR ou biópsia, para realizar imagens de mama em espécimes de cirurgias ou biópsias. Muitas vezes, essas radiografias são adquiridos no sistema de mamografia regular, no entanto, o Trident traz o sistema de imagem ao lado do paciente, poupando tempo valioso.
O novo sistema é autossuficiente e elimina a necessidade de amostras a serem tomadas para o departamento de radiologia para radiografia. Realizar a verificação na mesma sala que ou muito próximo do procedimento melhora o fluxo de trabalho, reduzindo assim o tempo do procedimento para o paciente. O sistema detector de selênio Trident-based, com seus 12 cm x 14 centímetros área de imagem ativa, fornece imagens de alta qualidade para a maioria dos espécimes de mama. O sistema é intuitivo, interface amigável facilita o fluxo de trabalho contínuo sem a necessidade de treinamento extensivo ou experiência. Para uma eficiência ainda maior, o sistema oferece um botão de controle automático de exposição e um botão para exportar PACS (Picture Archiving Communication System e) ou para a estação de trabalho SecurView Hologic diagnóstico.
Fonte: Med Gadget

Robô desenvolvido para operar com maior precisão

Um novo robô da cirurgia do olho inteligente foi desenvolvido pelo pesquisador Meenink Thijs da Universidade de Tecnologia de Eindhoven (TU / e), na Holanda. O Eye-RHAS (Robot Para Cirurgia Haptically Assistida) fará com que seja possível operar na retina e do humor vítreo com mais facilidade e precisão.
O robô consiste de um mestre e um escravo. O oftalmologista controla e opera a partir do mestre usando dois joysticks. O escravo, que também é composto por dois joysticks, pode copiar os movimentos e, assim, realizar a operação. Ele também possui um sistema em que os instrumentos podem ser alteradas muito rapidamente, o que pode reduzir significativamente o tempo de operação. Nas operações de olho é necessária para operar com alta precisão. Para conseguir uma maior precisão, o sistema pode filtrar tremores nas mãos de cirurgiões e também por redução progressiva dos movimentos dos dedos do cirurgião. Isto significa que um grande movimento com o joystick mestre será traduzida em um menor movimento do joystick que mantém escravo do instrumento. O sistema também fornece feedback tátil, ou seja, os cirurgiões será capaz de sentir os efeitos de suas ações.
O novo sistema pode levar para a próxima etapa na evolução da microcirurgia em oftalmologia e poderia levar ao desenvolvimento de novos procedimentos de olho mais preciso. O sistema está pronto para uso, mas Meenink pretende otimizá-lo primeiro. Espera-se que a primeira cirurgia em seres humanos estará dentro de cinco anos. Depois que ele defende sua tese sobre seu trabalho no robô, ele pretende comercialmente investigar as oportunidades deste sistema.

Fonte: Med Gadget