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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Densitometria Óssea

A densitometria óssea é um exame de radiologia que mede, com rapidez e precisão, a densidade dos ossos. O resultado é comparado com padrões para idade e sexo.
É principalmente usada para diagnosticar quadros de osteopenia ou de osteoporose, doenças nas quais a densidade e a quantidade de minerais são baixas, e o risco de fraturas é alto. A osteopenia é uma afecção óssea na qual os ossos perdem estes minerais e têm menor densidade, o que os torna mais frágeis. Quando a perda óssea é grave, a afecção se chama osteoporose.
Os objetivos do exame são: avaliar o grau de osteoporose, indicar a probabilidade de fratura, possibilitar a obtenção da curva de perda óssea através do tempo (quando a avaliação é feita periodicamente), e auxiliar no tratamento médico.
Quem deve fazer o exame?
O exame está indicado em mulheres em fase de pré-menopausa, menopausa, pós-menopausa, em regime de reposição com hormônios estrógenos, e também nos indivíduos em uso de hormônios tireoidianos, corticosteróides, e medicamentos anticonvulsivantes.
Nas crianças, está indicado quando há necessidade de acompanhamento do desenvolvimento ósseo, em doenças osteometabólicas, e ocasionalmente em regimes dietéticos para emagrecimento.
Que preparo é necessário?
Caso a paciente acredite estar grávida, ela deve notificar seu médico. A rotina diária antes deste teste não precisa ser mudada, seja em relação a alimentos, bebidas ou medicamentos ingeridos, exceto por medicamentos que contenham cálcio. Estes medicamentos devem ser evitados por 24 horas antes do exame de densitometria óssea.
O paciente não deverá ter se submetido a exame de Medicina Nuclear previamente (72 horas) e não deverá ter realizado exame radiológico com uso de contraste (aguardar pelo menos 5 dias).
No dia do teste, o paciente deverá comparecer com roupa sem metais (zíper, botões, broches, etc).
Como é feito o exame?
Atualmente, a técnica padrão para determinar a densidade óssea é chamada densitometria por DEXA (dual-energy X-ray absorptiometry). A densitometria por DEXA é simples e indolor, e leva de dois a quatro minutos para ser realizada. A máquina mede a densidade óssea detectando a extensão na qual os ossos absorvem fótons, que são gerados por níveis baixos de raios X (Fótons são partículas atômicas sem carga).
As medidas da densidade mineral óssea são geralmente reportadas na concentração média de cálcio, nas áreas escaneadas pelo aparelho. A densidade óssea é mais comumente medida no quadril, do que na coluna ou punho.
A densitometria óssea da coluna também pode ser medida, observa-se, entretanto, que a densitometria óssea de coluna em idosos pode ser enganosa, pois pode apresentar valores maiores que os reais, devido à compressão das vértebras por alterações secundárias a quadros de artrite. Por isso, as medidas de densidade podem se apresentar como normais ou elevadas, mas os pacientes podem estar sob risco de fratura.
Resultados do exame:
O exame fornece o valor absoluto da densidade mineral óssea, da área estudada, em mg/cm2. A osteoporose é diagnosticada quando a densidade óssea cai ao ponto onde fraturas acontecerão com um leve estresse local.
A osteoporose é determinada pela medida da densidade óssea e comparando o resultado com as referências. Deve ser notado que índices baixos de densidade óssea não são muito específicos em determinar o risco de fraturas, sem se considerar outros fatores de risco para ocorrência de fraturas.
Em geral, são seguidos os seguintes passos para determinar a osteoporose:
Densidade mineral óssea (Bone Mineral Density – BMD) é medida geralmente no osso do quadril, usando a densitometria óssea.
As medidas de BMD são dadas em mg/cm2. Esta é a concentração média de mineral ósseo nas áreas escaneadas. Em geral, o osso está normal se os resultados são maiores que 833 mg/cm2. Uma baixa densidade óssea (osteopenia) está em valores entre 648 e 833 mg/cm2. A osteoporose é diagnosticada com resultados abaixo de 648 mg/cm2.
Estas medidas ainda não se correlacionam com o real risco de fratura, devendo também ser estimados os fatores de risco e outras considerações. O próximo passo é comparar a BMD do paciente com a densidade óssea normal, que é definida como a media de BMD em quadris de mulheres caucasianas pré-menopausa.
Devido ao fato das referencias serem baseadas em mulheres caucasianas, elas não necessariamente se aplicam a homens ou a mulheres não caucasianas. Por exemplo, os homens têm um menor risco de fratura no mesmo desvio padrão que mulheres. Pesquisadores estão tentando estabelecer protocolos de risco também para estes grupos.
Existe algum cuidado após o exame?
De um modo geral, as atividades podem ser retomadas imediatamente.
Fonte: Ultramedical

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Meios de Contraste

Os meios de contraste utilizados nos exames de Radiologia e Diagnóstico por Imagem são fabricados utilizando basicamente três substâncias com diferentes utilidades: o bário, o iodo e o gadolínio.
Os contrastes a base de bário são utilizados por via oral em exames que se deseja demonstrar melhor o tubo digestivo (ex.: esôfago, estômago, intestino delgado e intestino grosso) nos exames de raio-X e tomografia computadorizada. Estes contrastes não são absorvidos pelo organismo e são eliminados juntamente com as fezes, tornando-as esbranquiçadas por alguns dias após o exame ter sido realizado. Dificilmente causam efeitos colaterais, sendo o maior problema, o gosto um pouco desagradável, o que pode ser disfarçado misturando-se grosélia ou outro concentrado para sucos.
Os contrastes a base de iodo podem ser utilizados por via oral ou na veia. Quando utilizados por via oral, servem para demonstrar melhor o tubo digestivo, porém, diferentemente do bário, o iodo é parcialmente absorvido pelo organismo. Já quando utilizado na veia, eles servem para demonstrar melhor os diversos órgãos internos do corpo, bem como veias, artérias e alguns tipos de lesões.
Ao serem injetados na veia, eventualmente podem causar algumas sensações que são consideradas sem maior importância, como calor no corpo, leve aceleração dos batimentos cardíacos, vontade de urinar, náuseas, vômitos e gosto ruim na boca. Porém, além destas sensações consideradas normais, eventualmente podem ocorrer alergias leves e raramente alergias graves (para termos uma comparação, é o mesmo risco que se tem quando utilizamos uma injeção de Benzetacil®). Além disso, estes contrastes também podem desencadear crise de “falta de ar” em pacientes com asma. Sendo assim, qualquer história de asma ou de alergia a alimentos, medicações ou a ocorrência desses sintomas em exames que tenham sido realizados previamente devem ser informados ao médico antes da realização de um novo exame. Em alguns casos específicos, medicações anti-alérgicas podem ser utilizadas antes dos exames para reduzir o risco de alguma reação, as quais devem ser sempre prescritas por um médico especialista.
Existem, basicamente, dois tipos de contraste a base de iodo: os iônicos e não-iônicos. Os primeiros, por serem mais antigos, causam mais sintomas e têm maior risco de ocasionar alergias. Já os não-iônicos, são contrastes de última geração e raramente causam reações alérgicas (na Irion Radiologia, somente são utilizados contrastes não-iônicos por via venosa).
Os contrastes a base de gadolínio são utilizados apenas na veia em exames de ressonância magnética. São contrastes extremamente seguros e que dificilmente causam alergias e raramente têm contra-indicações.

Fonte: Mediscan

domingo, 8 de dezembro de 2013

As diferenças entre PET CT e Pet Scan

Em alguns locais o exame é descrito como PET/CT , em outros como Pet Scan. Qual a diferença? Qual o termo correto? Veja a nota esclarecedora da Sociedade Brasileira de Biologia, Medicina Nuclear e Imagem Molecular sobre estas questões e como deve ser atendido.
PET/CT é o mais novo procedimento de Medicina Nuclear a ser incluído no ROL de procedimentos aprovado pela ANS. Nessa lista esse exame foi referido com o nome “PETScan”.
Algumas pessoas, por ignorância ou má-fé, têm sugerido que PET/CT e PET-Scan são procedimentos diferentes.
PET/CT e PET-Scan são atualmente considerados sinônimos já que, há vários anos, não mais existe em nenhum local do mundo a fabricação de equipamentos PET simples (sem CT).
No Brasil, praticamente todo o parque instalado de PET-Scans corresponde a equipamentos PET/CT.
Por uma questão técnica toda imagem PET necessita obrigatoriamente de um tipo de correção chamada “correção de atenuação”. Sem isso, as imagens perdem qualidade e não
podem ser quantificadas (não pode ser feito o cálculo do “SUV”). Nos equipamentos PET/CT a correção de atenuação é feita a partir das imagens da CT (Tomografia Computadorizada).
Além disso, dados adicionais importantes para o diagnóstico são fornecidos através da análise simultânea das imagens da PET e da CT.
Portanto, a suposição de alguns de que seria possível produzir uma imagem com qualidade aceitável e com quantificação sem utilizar o componente CT dos atuais PET-Scans (que são os PET/CTs) é totalmente absurda e só pode ser atribuída a pessoas que não tenham um mínimo conhecimento técnico da área.
Devido ao exposto e em concordância com a tabela CBHPM que propõe no PET dedicado oncológico (4.07.08.12-8) a cobrança da TC para PET dedicado oncológico (4.10.01.22.2), a SBBMN vem a público prestar estes esclarecimentos sobre o exame PET/CT e se coloca à disposição dos interessados para dirimir quaisquer dúvidas técnico-operacionais adicionais.
Fonte: Radiology

A importância da Radiologia na Odontologia

Na Odontologia, os dois tipos de radiografias mais utilizados são as periapicais (retiradas de dentro da boca) e as panorâmicas. A radiografia panorâmica, um dos mais importantes mecanismos, de uso amplo, que possibilita determinar, na face do paciente, a situação do osso, bem como a arcada dentária, em uma só tomada radiográfica, é de grande facilidade, já que o filme é colocado fora da boca do paciente.
Em áreas como Cirurgia Buco-Maxilo-Facial, Ortodontia, Implantodontia e Periodontia a radiologia é imprescindível. Na primeira, é utilizada para diagnosticar lesões, fraturas ósseas, dentes supranumerários (em maior número que o normal), impactados (inclusos ou que “não nasceram”) e outros, permitindo o planejamento para a melhor intervenção cirúrgica e acompanhamento.
Na Implantodontia, entre os muitos benefícios, permite a recolocação de elementos dentais, evitando o uso de próteses fixas ou móveis( por exemplo: ponte-fixa e Roath), além de avaliar a condição óssea para implantes, se há necessidade de enxerto ósseo e a osseointegração (fixação) entre implante e osso.
Na Ortodontia, especialmente na Documentação Ortodôntica, que compreende radiografias e exames diversos, a radiologia é largamente utilizada. É útil ainda na confecção de moldes de gesso, fotos e slides entre outros procedimentos (dependendo do caso tratado), fundamentais para o planejamento e tratamento ortodôntico.
Na Periodontia é utilizada, principalmente, para visualizar perdas ósseas, e assim planejar corretamente o tratamento.
Fonte: Radiograpf

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Hospital no DF é condenado e multado em R$ 200 mil por terceirizar atividade-fim na área da Radiologia



O juiz titular da 11ª Vara do Trabalho de Brasília, Gilberto Augusto Leitão Martins, condenou o Hospital Prontonorte a se abster de contratar terceiros para execução de serviços da área de radiologia e fisioterapia — considerados como uma das atividades-fim desse tipo de empresa — sob pena de multa diária de R$ 5 mil por cada prestador encontrado em situação irregular. Além disso, o hospital deverá pagar uma indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 200 mil, que será revertida ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
De acordo com a Ação Civil Pública ajuizada pela Procuradoria Regional do Trabalho da 10ª Região, o hospital estaria promovendo a terceirização de atividades de radiologia e fisioterapia ao contratar pessoal especializado por meio de empresas e cooperativas para burlar a legislação trabalhista. O hospital, inclusive, haveria se negado a assinar Termo de Ajustamento de Conduta durante o inquérito civil público instaurado para apuração das denúncias de irregularidades. Para o MP, esses serviços são essenciais, sendo que resoluções da Agência Nacional de Saúde (ANS) prescrevem a necessidade de essas atividades serem feitas dentro e sob a responsabilidade de estabelecimento hospitalar.
Já o hospital alegou no processo não praticar terceirização ilícita nos serviços de radiologia e fisioterapia e que não existe nenhuma relação de subordinação entre o hospital e o pessoal das empresas prestadoras de serviços. A empresa afirmou também que os serviços são acessórios à atividade médica, que seria a única a se constituir na finalidade de toda unidade hospitalar. Em sua defesa, o hospital questionou a legitimidade do Ministério Público para propor a ação e que não haveria dano moral coletivo, já que os trabalhadores terceirizados que se sentissem prejudicados deveriam ajuizar ações individuais.
Contudo, o juiz do trabalho responsável pela sentença não aceitou os argumentos do hospital. “A atuação do Ministério Público, em casos como esse, busca, sobretudo, a proteção da sociedade”, ressaltou. Na opinião do magistrado, os serviços de saúde se constituem em responsabilidade do estado, havendo assim o Ministério Público de se preocupar com a regularidade da atuação dos seus agentes. “Na medida em que a atividade terceirizada pela ré ingressa entre as que compõem o seu ramo finalístico, haveria ofensa aos postulados do direito do trabalho que reservam a terceirização a situações excepcionais como bem definido na Súmula 331/TST”, sustentou o juiz Gilberto Augusto Leitão Martins.
A decisão do magistrado se fundamentou nas provas documentais apresentadas pelo Ministério Público e a prova oral produzida pelo depoimento de três testemunhas: fisioterapeuta, médico radiologista e técnico de radiologia. “A ré, aliás, não nega a prática da terceirização nos serviços de radiologia e fisioterapia, confirmando-a em todos os seus termos, por considerá-la lícita”, apontou o juiz. Ele argumentou também que as resoluções da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) — que regulam o funcionamento e a prestação de serviços de saúde — trazem determinações de que fisioterapia e radiologia devem ser realizados diretamente pela unidade de saúde, por excelência, no caso os hospitais.
"Estas mesmas resoluções prescrevem a necessidade da vinculação direta do profissional de saúde ao estabelecimento hospitalar como forma de se estabelecer controle sobre as atividades por eles exercidas, condição essencial para a perfeita realização dos serviços de saúde”, fundamentou o magistrado na sentença, informando que as orientações normativas do Conselho Federal de Medicina são no mesmo sentido. “A responsabilidade do prestador de serviços de saúde não se esgota na medicina propriamente dita, mas se estende à complexa rede de serviços que envolve essa atividade entre os quais necessariamente se inclui a radiologia e a fisioterapia, podendo-se mesmo dizer que a primeira abrange inteiramente a segunda”, conclui o juiz da 11ª Vara do Trabalho de Brasília. 
(Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-10)
Número do Processo: 0000659.21.2013.5.10.0011
Fonte: CBN Foz do Iguaçu

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Nova técnica de ressonância magnética melhora a visualização de lesões em cérebros de pacientes



A ressonância magnética convencional se baseia na medição da amplitude de ondas eletromagnéticas que saem de prótons animados como eles retornam para o seu equilíbrio dentro do campo magnético. Embora a frequência desses sinais também contenha uma boa quantidade de informações, tem-se revelado difícil criar algoritmos que podem fazer sentido dos dados.
Pesquisadores da Universidade de British Columbia, liderados por Alexander Rauscher têm estudado exames de ressonância magnética do cérebro de pacientes com esclerose múltipla com um olho para detectar assinaturas matemáticas dentro de dados de frequência que podem identificar tipos de tecidos específicos. 
Na revista Neurologyeles já estão relatando que eles conseguiram detectar a formação da lesão no cérebro usando sua nova técnica de análise. Como a nova metodologia não necessita de quaisquer atualizações físicas para scanners de ressonância magnética, que pode ser facilmente integrado em sistemas existentes, com uma atualização de software.
Fonte: Madgadget

RM Fingerprinting reconhece rapidamente simples patologia



Pesquisadores da Case Western Reserve University e University Hospitals (UH Case Medical Center) desenvolveram um novo método de aquisição de ressonância magnética que poderia acelerar bastante a realização de uma varredura. Normalmente scans são adquiridos de uma forma muito ordenada, com muitos parâmetros definidos para valores específicos, gerando um pulso de radiofrequência que faz com que os prótons a girar de uma certa maneira, e um ou mais ecos são geradas e capturadas que compõem o sinal que é traduzido para imagens. As imagens são produzidas de acordo com diferentes características do tecido, mas cada um deles precisa de sua própria sequência de varredura específico, que normalmente dura vários minutos.
Enquanto você ainda precisa os mesmos passos básicos, os pesquisadores jogou a maior parte do fim da janela e usou uma sequência caótica de pulsos semi-aleatórios e parâmetros para gerar um sinal que contém muito mais informação do que o sinal RM normal, essencialmente, a aquisição de vários scans de uma vez. A combinação destes sinais resulta numa "impressão digital" muito específica que é única, dependendo do tipo de tecido fotografada. A equipe de pesquisa demonstrou que isso poderia diferenciar entre substância cinzenta e branca, e líquido cefalorraquidiano (mostrado acima, na cor cinza de um único frame capturado e em cores as informações completas reconstruído), mas muitos outros tecidos poderiam, em teoria, ser discernido.
Depois do sinal de ressonância magnética são adquiridos, é comparado a um dicionário de padrões possíveis que podem ser geradas por um computador com base no conhecimento das sequências exatas utilizadas. No presente estudo os pesquisadores determinaram quatro propriedades físicas diferentes, que variam de tecido para tecido a partir de uma única varredura (T1, T2, densidade de prótons e frequência fora de ressonância), mas no final, eles esperam ser capazes de avaliar um total de oito ou nove propriedades físicas de uma só vez.Como uma vantagem adicional, estas propriedades podem ser facilmente quantificados utilizando esta técnica.
Outra vantagem da técnica é que ela não precisa de nenhum hardware novo, e, em teoria, poderia ser aplicada a scanners atuais com apenas uma atualização de software. A técnica deve ser adaptável para vários tipos de aquisição de dados de ressonância magnética. Pacientes não vai notar muito, a não ser que uma varredura vai durar muito mais curto, até um fator de 50 vezes com outras otimizações. MR impressões digitais podem também ser usados ​​para identificar a presença de um material específico ou tecido alvo, e possivelmente conduzir a novas metodologias de testes de diagnóstico. Em combinação com os algoritmos de reconhecimento de padrões, poderia até facilitar o diagnóstico auxiliado por computador, ou, no futuro distante, corte o radiologista fora do circuito por completo.
Fonte: Madgadget