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domingo, 13 de novembro de 2011

8 DE NOVEMBRO RADIOATIVO - O Filme

Reportagem-documentário que conta o que se passa na saúde pública, mais especificamente nos serviços de radiologia do Brasil. É uma mostra do que acontece na vida das pessoas quando o sistema está a serviço dos cartéis de enriquecimento ilícito, formado por farmácias, clínicas e hospitais dirigidos por gente corrupta e inescrupulosa.


Fonte: CONTER

sábado, 12 de novembro de 2011

As imagens de PET/CT e Spect localizam o foco epiléptico

PET/CT cerebral interictal com FDG-F18 evidencia discreto hipometabolismo na porção mesial do lobo temporal direito
As imagens funcionais contribuem para a localização do foco epiléptico e podem ser adquiridas tanto pela tomografia por emissão de fóton único (Spect), que utiliza um traçador de perfusão sanguínea cerebral, a etilenodicisteína dietiléster marcada com tecnécio-99m (ECD-Tc99m), quanto na tomografia por emissão de pósitrons associada à tomografia convencional (PET/CT), que emprega a fluordeoxiglicose marcada com flúor-18 (FDG-F18), um análogo da glicose cuja captação reflete o metabolismo glicolítico. Quando analisadas em conjunto com os achados do eletroencefalograma e da ressonância cerebral, essas imagens aumentam a acurácia para a lateralização do foco da epilepsia, oferecendo mais segurança para a abordagem cirúrgica.
Nos estudos ictais pelo método Spect, quando o radiofármaco é injetado durante a crise, geralmente em ambiente hospitalar, o exame pode demonstrar um padrão de aumento de captação, indicando elevação do fluxo sanguíneo no local do foco epiléptico. 
As imagens são obtidas após o término do evento clínico, mas refletem o status funcional do momento da injeção do radiofármaco. Já nos estudos interictais, feitos fora da crise, o foco pode se mostrar hipocaptante, apontando uma diminuição do fluxo sanguíneo cerebral nessa região, porém com menor sensibilidade em relação às avaliações ictais. Pelo método de PET/CT, por sua vez, em geral o metabolismo da glicose segue o padrão perfusional, resultando em hipermetabolismo no estudo ictal e em hipometabolismo no interictal. É claro que, por conta da rápida meia-vida do flúor-18, existem limitações para a realização de PET/CT durante uma internação à espera de um evento convulsivo. Contudo, estudos interictais com PET/CT são factíveis e apresentam sensibilidade maior que as imagens de Spect adquiridas fora da crise para a detecção do foco da epilepsia.
Fonte: Fleury

Radiologia On The Cloud


Considere o seguinte cenário: Um paciente em uma pequena cidade recebe um relatório CT que mostra uma massa suspeita no pulmão. A comunidade médica local refere-se que o paciente ao centro de câncer da cidade grande terciário para cuidados especializados. Comumente, o centro de atendimento terciário irá repetir a imagem (mesmo que seja apenas alguns dias de idade). Razões para isso incluem que o paciente não trouxe o CD que contém a imagem com eles ou que o formato do CT é ilegível pelo sistema do hospital novo. Isso resulta em uma perda de tempo e um desperdício de dólares de saúde precioso. Lifeimage , Inc., pretende mudar essa situação. Eles trazem "cloud computing" de hoje para o mundo da radiologia. O conceito é que os usuários (médicos ou os próprios pacientes) podem enviar suas imagens para um servidor central que pode ser acessado de qualquer navegador web. Criptografia e segurança serão preocupações centrais, mas esta é uma aplicação agradável de tecnologia existente, que se resume na afirmação da empresa de que no paradigma atual, alguém pode facilmente fazer upload de suas imagens para o Facebook em segundo, mas seu médico não pode acessá-lo no sistema de seu hospital.
Fonte: LifeImage

Cientistas criam primeira expansão de memória para o cérebro


Imagine inserir um cartão de memória no cérebro e dar uma de Neo em Matrix, dizendo “Whoa! Eu sei kung-fu!”. Na verdade, isto não parece tão distante assim: cientistas criaram um chip que permite a ratos aprender coisas instantaneamente. É incrível.
Depois de estudar as interações químicas que permitem o aprendizado de curto prazo e memorização nos ratos, um grupo de cientistas liderado pelo Dr. Theodore Berger – da Faculdade de Engenharia Viterbi, da University of South California – construiu um chip em forma de prótese que usa eletrodos, para melhorar e expandir a memória dos ratos. O chip consegue armazenar sinais neurais, basicamente funcionando como uma memória eletrônica, permitindo a ratos aprenderem mais e armazenarem o aprendizado nesses dispositivos.
A descrição que o Dr. Berger faz dá até um pouco de medo:
“Você liga o interruptor, e os ratos se lembram. Você o desliga, e os ratos esquecem.” (…) Estes estudos de modelagem experimental integrada mostram, pela primeira vez, que com informação suficiente sobre a codificação neural das memórias, uma prótese neural capaz de identificar e manipular, em tempo real, o processo de codificação pode restaurar e até melhorar os processos mnemônicos cognitivos.
O experimento é o seguinte: O rato precisa pressionar uma alavanca em vez de outra para receber uma recompensa. Enquanto ele aprendia a fazer isto, as mudanças no cérebro por causa do aprendizado eram capturadas através de eletrodos. A memória de curto prazo deveria virar memória de longo prazo, e o rato iria aprender de vez qual alavanca pressionar. Aí está o experimento: os cientistas bloquearam a área do cérebro que permite aos ratos gravarem o aprendizado. Dessa forma, os ratos só lembravam como pressionar a alavanca por até dez segundos – depois esqueciam.
E a prótese neural? Ela era a memória de longo prazo dos ratos: ou seja, em vez de gravar o aprendizado no cérebro, ele era gravado no chip. Quando o chip estava conectado ao rato, ele se lembrava de quais alavancas pressionar; quando desligavam o chip, o rato só tinha a memória de curto prazo.
Os experimentos da equipe, detalhados no trabalho “Uma Prótese Neural Córtica para Restaurar e Melhorar a Memória”, poderiam levar ao desenvolvimento de dispositivos que podem ajudar pessoas afetadas pelo mal de Alzheimer, derrames ou outros problemas no cérebro. Na verdade, eles já estão trabalhando no próximo passo: reproduzir o mesmo resultado em macacos.
Fonte: University of South California

RM mostra um cérebro de uma mulher se masturbando


A massa encefálica acima é de Kayt Sukel, repórter da revista New Scientist que teve o cérebro escaneado por uma ressonância magnética enquanto se masturbava até obter um orgasmo. O exame fez parte de um estudo conduzido por Barry Komisaruk, da Universidade de Rutgers, cujo tema da pesquisa é justamente esse: saber as respostas cerebrais durante a obtenção do prazer até o seu ápice, especialmente das mulheres. Coisa boa de se ver!
As pesquisas de Komisaruk já começam a identificar padrões interessantes, como a existência de vários caminhos neurológicos do prazer no cérebro, e uma espécie de ativação de segunda consciência quando se está excitado (o que talvez explique porque principalmente homens tomam decisões imbecis quando usam a libido pra pensar).
Os motivos para uma pesquisa que parece tão trivial são bastante sérios: não se sabe muito sobre orgasmos, mesmo que eles sejam parte integrantes da existência humana. Entendê-los poderia melhorar nosso dia-a-dia (segundo o rechaçado e perseguido Wilhelm Reich, a repressão sexual é o maior mal da história humana, principalmente quando feita por motivos essencialmente políticos), e ainda ajudar no tratamento de várias doenças (é isso que diz a matéria, ao menos).
Outras razões são ainda mais importantes: estima-se que 25% das mulheres americanas têm dificuldades em atingir o orgasmo, enquanto entre 5% e 10% delas nunca sentiram um. E conhecer os caminhos químicos e cerebrais do orgasmo poderia ajudar no tratamento dessas questões.
Ao todo são mais de 30 áreas ativadas pelo cérebro durante o clímax, incluindo o córtex pré-frontal - especialmente nas mulheres - que é mais usado quando rola imaginação e fantasia durante o processo de obtenção do prazer. As poucas conclusões são ainda bem preliminares (sem trocadilhos), mas já mostram diferenças notáveis entre o orgasmo atingido com um parceiro e a masturbação, por exemplo.
Fonte: New Scientist

Criado mais forte campo magnético do mundo


Pesquisadores alemães batem novo recorde ao criar um campo magnético de 91,4 teslas, superando o recorde anterior de 89 teslas dos Estados Unidos.
Para se ter uma ideia dessa força, o campo magnético da Terra possui 0,00005 tesla.
O feito foi alcançado no dia 22 de junho, no Helmholtz-Zentrum Dresden-Rossendorf. A equipe liderada por Sergei Zherlitsyn criou uma bobina de cobre de 200 quilos que, ao ser atravessada por uma corrente elétrica, gerava esse enorme campo por alguns milissegundos.
A importância de um campo magnético dessa magnitude é que, quanto mais poderoso ele for, mais precisamente os cientistas poderão examinar algumas substâncias, como aquelas usadas para componentes supercondutores.
O problema é que é extremamente difícil criar um dispositivo capaz de gerar este campo, pois a presença do magnetismo influencia a corrente elétrica, tentando empurrá-la para fora da bobina. A 100 teslas, essa força seria igual a 40 mil vezes a pressão do ar e faria a bobina estourar.
Para contornar o problema, os pesquisadores usaram uma espécie de colete, feito de material a prova de balas, para revestir o aparelho. Inicialmente, eles conseguiram criar 50 teslas de corrente – e então partiram para uma inovação. Criaram uma segunda bobina, com 12 camadas de cobre, ao redor da primeira; ela foi capaz de gerar outros 40 teslas – e assim bater o recorde.
Fonte: Info

Exame de ressonância magnética pode ajudar a diagnosticar autismo


O uso da ressonância magnética pode ajudar no futuro a diagnosticar casos de autismo, aponta um estudo a ser publicado na edição de agosto da revista científica “Radiology” (radiologia, em inglês) e divulgado nesta terça-feira (31). A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade de Columbia, em Nova York.
O autismo é um conjunto de doenças neurológicas que fazem o paciente ter dificuldades para se comunicar e interagir com outras pessoas.
Os médicos norte-americanos contaram com a participação de 27 jovens com média de 12 anos de idade. Quinze deles formaram o grupo controle do experimento e eram saudáveis. Os outros 12 eram autistas e tinham dificuldades na fala.
Durante a pesquisa, os garotos passaram por exames de ressonância magnética funcional - enquanto escutavam gravações com as vozes de seus pais. Com as imagens geradas, é possível ver quais áreas do cérebro recebem mais sangue durante a realização de uma tarefa e medir o nível de atividade dos tecidos do órgão.
Após o estímulo, foram medidos os níveis de atividade em duas áreas do cérebro dos participantes: o córtex auditivo primário (A1) e uma parte do lobo temporal ligada à compreensão de sentenças (STG, na sigla em inglês).
Na região A1, as atividades do cérebro não foram diferentes entre os dois grupos. Já na segunda área estudada, os jovens saudáveis apresentaram uma atividade maior na comparação com os jovens autistas.
Para Joy Hirsch, professor no Centro Médico da universidade e diretor de um laboratório especializado em ressonância magnética, os resultados mostram como o autismo reduz a comprensão de narrativas.
Segundo o especialista, o diagnóstico dos tipos de autismo é difícil, mesmo com a alta prevalência - de acordo com o Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDCP, na sigla em inglês), órgão do governo dos EUA, uma em cada 110 crianças são afetadas pela doença. Normalmente, a descoberta da doença acontece após pais e médicos estranharem o comportamento da criança.
Fonte: G1

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A FDA autorizou Toshiba 's interface M-Power para o Atlas Vantage


A FDA autorizou Toshiba 's interface M-Power para o Atlas Vantage, Titan 1.5 e Vantage 3T Titan scanners de ressonância magnética.
O sistema é projetado para aumentar a eficiência e técnico permite a personalização da interface.
Algumas das características do M-Power:
• Fácil de usar - M-Power reduz o número de passos necessários para iniciar um procedimento, melhorando a eficiência do departamento. Parâmetros-chave têm sido estrategicamente organizado para minimizar busca do usuário e movimento do mouse. O look and feel da interface do usuário é projetado para melhorar a experiência do usuário e fluxo de trabalho. Além disso, com mtools, os clínicos podem personalizar o fluxo de trabalho com a habilidade de arrastar e soltar as ferramentas mais utilizadas varredura na barra mtool para fácil acesso.
• Atlas Compass - A Bússola Atlas software automatiza a seleção da bobina e liga os elementos da bobina adequada necessária para um exame específico. Benéfico para a imagem latente abdominal, coluna vertebral e lombar, esse recurso elimina a dúvida no posicionamento do paciente e seleção de elementos da bobina.
• Aplicações 3D Volume Imaging - mVOX, um volume seqüência de aquisição de imagens que estará disponível para aplicações ortopédicas e neuro imagem volume, permite a aquisição de todos os planos de imagem 3D a serem adquiridos de uma só vez, agilizando o processo de imagem e reduzir o tempo de exame.
Fonte: Medgadge

Mobisante Mobius SP1 sistema de ultra-Smartphone-Based faz sua estréia comercial


Mobisante 's smartphones baseados em ultra-som Mobius SP1 está finalmente fazendo sua estréia comercial. A sonda de ultra-som USB com o aplicativo correspondente smartphones já recebeu autorização da FDA em fevereiro passado, mas levou tempo a empresa um pouco mais do que o esperado para conseguir os seus sistemas de qualidade e uma série de outros controles FDA mandato em ordem.
Infelizmente, o Mobius necessidades USB 2.0, e só funciona com o já dois anos de idade, Windows Mobile 6.5 smartphone baseado Toshiba TG01, deixando iPhones e dispositivos Android no escuro.Mobisante está olhando para uma solução baseada em comprimido para mover o produto para a frente. O Mobius podem usar conexões celulares e Wi-Fi do telefone para o envio de imagens para consulta ou de armazenamento no sistema PACS. O sistema está disponível em um pricepoint inicial de 7.495 dólares, um preço comparável ao do GE vscan aparelho de ultrassom móvel.
Fonte: Medgadge

Sistema de Mamografia MicroDose Philips para limpar imagem de baixa dose


Philips está trazendo seu sistema de mamografia MicroDose à América do Norte. O dispositivo utiliza raios-X fóton-detectores contando que oferecem alta resolução de imagem com uma dose menor de radiação do que os tradicionais sistemas pleno campo de mamografia digital.
De acordo com dois estudos citados pela Philips, uma redução de até 50% da dose é possível usar o dispositivo MicroDose.

MicroDose é o sistema de mamografia apenas aprovado pela FDA que utiliza tecnologia de raios X photon-counting.Semelhante ao diodo emissor de luz de iluminação (LED), que utiliza menos potência do que os tradicionais lâmpadas incandescentes, proporcionando alta saída de luz, a Philips MicroDose detector de fótons patenteado contagem utiliza menos radiação ao mesmo tempo oferece excelente qualidade de imagem. MicroDose também é projetado para oferecer uma experiência de mamografia menos estressante, fornecendo apoio curvas e uma superfície de posicionamento confortavelmente quente. A operação ergonômico torna fácil para os médicos de se concentrar sobre o paciente. Além disso, o exame - incluindo aquisição de imagem - leva menos de cinco minutos, oferecendo rapidez, comodidade, melhor rendimento e produtividade.
Além disso, a tecnologia de detectores de fótons MicroDose contagem apresenta oportunidades para aplicações de mama futuro não típicas de sistemas FFDM outros, a opção para avanços contínuos além 2D imagens de mama anatômicas em uma maneira fácil e cost-effective.
Fonte: Philips

Combinação de tratamentos aumenta sobrevida de pacientes com câncer de próstata


Resultados de estudo conduzido pelo Medical Research Council (MRC), no Reino Unido, evidenciam que a combinação de radioterapia com terapia hormonal aumenta de maneira significativa a sobrevida de pacientes com câncer de próstata.
O ensaio clínico randomizado, conhecido no Reino Unido como PR07, recrutou 1.205 homens, entre 1995 e 2005. Os homens, que eram predominantemente do Reino Unido e do Canadá, tinham sido diagnosticados com câncer de próstata localmente avançado, que havia crescido fora da superfície da próstata, mas que não tinha propagação. Metade dos homens foram tratados com terapia hormonal, uma forma padrão de tratamento medicamentoso, e a outra metade foi tratada com a mesma combinação de terapia hormonal, junto ao tratamento adicional de radioterapia.
Ao fornecer radioterapia, além de terapia hormonal, os pesquisadores descobriram que 74% dos homens ainda estavam vivos depois de sete anos, em comparação com 66% dos que não receberam radioterapia. Os pesquisadores também descobriram que aqueles que receberam radioterapia tinham cerca de metade da probabilidade de morrer especificamente de câncer de próstata.
O câncer de próstata é responsável por 10 mil óbitos no Reino Unido a cada ano e é a segunda causa mais comum de morte por câncer em homens, depois do câncer de pulmão. O ensaio foi realizado porque não se sabia se a radioterapia ajudaria a esses homens a viver mais tempo e se reduziria suas chances de morrer de câncer de próstata.
Matthew Sydes, cientista sênior da Unidade de Ensaios Clínicos da MRC, disse: "Os resultados deste estudo são muito animadores. Os efeitos colaterais da radioterapia são mínimos e estamos muito satisfeitos que, através dos esforços combinados dos pacientes, médicos e pesquisadores em todo o mundo, podemos estar confiantes quando os médicos recomendam a radioterapia para seus pacientes. Mais pesquisa está em andamento para melhorar os resultados para os pacientes com câncer de próstata".
Segundo o professor e co-autor no artigo Malcolm Mason, da Cardiff University, a próxima etapa será a de assegurar que os resultados deste estudo sejam transpostos para as recomendações de tratamento o mais rápido possível.
O pesquisador principal, Padraig Warde, da Toronto University Network, diz: "O estudo mostra que a combinação de radioterapia e terapia hormonal melhora a sobrevida global em 23% em termos relativos e a sobrevivência específica à doença em 43% em termos relativos, em comparação com o tratamento com a terapia hormonal sozinho. Com base nesses resultados, acreditamos que a adição da radioterapia para o plano de tratamento deveria tornar-se parte da terapia padrão".
Fonte: ISaude

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

ORBIT 3D Scanner X-ray Elimina o Braço-C das salas de Cirurgias


Pesquisadores do Instituto Fraunhofer estão trabalhando no ORBIT, um scanner 3D de raios-X que supera muitas das desvantagens dos tradicionais braços-C. Quando se utiliza um braço-C, os procedimentos precisam ser interrompida para dar espaço e mova o dispositivo em que o círculo em torno do paciente capturar a imagem em 3D. O ORBIT é um sistema aberto em que a fonte de raios-X segue um caminho circular acima da mesa de operações.
Isso faz com que a captura de imagens muito mais rápido e mais fácil. Além disso, o sistema é muito menos suscetível a artefatos de metal, porque sua fonte de raios-X é o detector, não operam no mesmo plano.
ORBIT é composto de três módulos: Existe uma fonte de raios X montado em um suporte articulado. Este braço giratória pode ser fixada no teto ou montado em um suporte com rodas para aplicações móveis, mas de qualquer forma os exames de raios-X são sempre realizadas a partir de cima. Há um detector de tela plana digital embutido na mesa de operação. Finalmente, há um monitor - móvel ou montado na parede - para exibir as imagens de raios-X.
Construção de um protótipo inicial está em andamento e testes abrangentes começará em 2012. O sistema está configurado para estar pronto para o mercado dentro de três a cinco anos ". Aqueles que desejam saber mais sobre ORBIT terá sua primeira chance na Medica 2011, em Düsseldorf.
Fonte: Medgadge

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Dia 8 de novembro dia do Técnico em Radiologia


Radiologia In Foco, deseja a você profissional das técnicas radiológica, muito sucesso na profissão que escolheu e parabenizá-lo por esse momento sublime de conquistas.
O dia 08 de novembro é um dia marcante em nossas vidas. Por esse trabalho árduo e incansável por nós desenvolvido, com um só propósito em nossa caminhada, garantir á sociedade, um atendimento digno, com responsabilidade, segurança e credibilidade.
Sigamos em frente com espírito de luta, bravura e coragem, por mais difícil que seja, existe sempre uma maneira de vencer, tentar algo novo, quantas vezes for preciso. Parabéns!!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Tratamento com laser muda cor dos olhos de marrom para azul em 20 segundos


Um cientista norte-americano afirma ter desenvolvido um procedimento simples que pode transformar a cor dos olhos das pessoas de marrom para azul de forma permanente e sem provocar qualquer dano. O pesquisador Gregg Homer, diretor da Stroma Medical Company, na Califórnia, alega que o novo tratamento, chamado "Lumineyes", pode ser uma alternativa segura e permanente às lentes de contato coloridas.
Contudo, oftalmologistas pedem cuidado, pois destruir a pigmentação dos olhos pode causar problemas de visão se muita luz conseguir entrar na pupila.
O procedimento utiliza raios laser para destruir o pigmento marrom natural (melanina) na camada superior da íris, região central colorida do olho. Um sistema de escaneamento informatizado tira uma foto da íris e " vê" quais as áreas serão tratadas. O laser é então disparado, usando um padrão próprio, atingindo um ponto da íris de cada vez. Entretanto o processo completo é tão rápido que pode ser concluído em apenas 20 segundos.
"O laser agita o pigmento na superfície da íris. Usamos duas frequências que são totalmente absorvidas pelo pigmento escuro, por isso não há perigo de dano para o resto do olho. Ela aquece e muda a estrutura das células do pigmento. O organismo reconhece que elas são tecido danificado e envia uma proteína. E esta, por sua vez, ativa uma outra característica que é como um pac-men que digere o tecido em um nível molecular", explica Homer.
Após a primeira semana de tratamento, a cor dos olhos fica mais escura porque as características do tecido mudam. Em seguida, o processo de digestão começa, e depois de mais 1 ou até 3 semanas, o azul aparece. Como a melanina não se regenera, o tratamento é irreversível.
O pesquisador demonstrou esperança de que a operação cosmética, que já é realizada ao custo médio de 5 mil dólares nos EUA, esteja disponível em outros países dentro de 18 meses depois de algumas pesquisas adicionais.
Fonte: ISaude

Portugueses criam feixe de raios gama inédito

Imagine uma lanterna capaz de iluminar o que está por detrás de 20 centímetros de chumbo ou de uma parede de cimento com um metro e meio de espessura. Será uma forma simplista de explicar o que conseguiram criar os investigadores da equipe do Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear (IPFN) do Instituto Superior Técnico de Lisboa em colaboração com colegas da Universidade de Strathclyde no Reino Unido, mas permite começar a ter uma ideia. O ano passado, numa experiência inédita num acelerador laser-plasma escocês, conseguiram criar o feixe de raios gama (a radiação que se segue aos raios X em termos de energia) mais brilhante do planeta.
Numa fração de bilionésimo de segundo, explicou o investigador João Mendanha Dias, conseguiu-se um brilho mil milhões de vezes superior ao do Sol. Embora neste momento seja ainda uma prova de conceito, este tipo de tecnologia - mais portátil que a hoje usada para produzir as fontes radioativas utilizadas em radiologia e radioterapia - poderá ampliar o poder das ferramentas usadas em medicina.
Os resultados da experiência em Glasgow foram publicados em Setembro na revista "Nature Physics". Além de abrir portas na medicina, uma tecnologia com esta poderá permitir criar novas ferramentas de análise industrial ou segurança. A técnica de obter radiação por oscilação dos elétrons, e não nos tradicionais aceleradores, tem vindo a ser estudada pela equipe do IST e agora começa a revelar-se eficaz. As aplicações futuras vão depender de mais estudos e investimento.
Fonte: IOnline

domingo, 6 de novembro de 2011

Ressonância explica como cérebro processa piadas

Cientistas britânicos dizem ter desvendado a maneira como o cérebro humano reage a piadas, num trabalho que pode ajudar a determinar se pacientes em estado vegetativo são capazes de experimentar emoções positivas.
Pesquisadores da unidade de cognição e ciências cerebrais do Conselho de Pesquisas Médicas usaram exames de ressonância magnética funcional para observar e comparar o que acontece no cérebro de pessoas normais quando elas ouvem frases comuns e piadas engraçadas, inclusive trocadilhos.
Ao avaliar os cérebros de 12 voluntários saudáveis, eles notaram que as áreas de recompensa no cérebro se acendem muito mais ao processarem piadas do que ao processarem uma fala normal. No estudo, essa reação de recompensa aumentava conforme os participantes achassem uma piada mais engraçada.
– Encontramos um padrão característico de atividade cerebral quando as piadas usadas eram trocadilhos –, disse Matt Davis, um dos coordenadores do estudo, em nota.
Por exemplo, piadas como ‘Por que os canibais não comem palhaços? Porque eles têm um gosto engraçado!’ envolvia áreas cerebrais ligadas ao processamento da linguagem, mais do que em piadas que não envolviam jogos de palavras.”
Ele disse que a resposta também era diferente quando frases não-engraçadas continham palavras com mais de um sentido.
– Mapear a forma como o cérebro processa as piadas e as frases mostra como a linguagem contribui para o prazer de entender uma piada. Podemos usar isso como parâmetro para entender como as pessoas que não conseguem se comunicar normalmente reagem a piadas –, acrescentou ele.
A equipe de Davis, que teve seu trabalho publicado nesta terça-feira na revista Journal of Neuroscience, disse que será possível usar o estudo para descobrir se alguém em estado vegetativo pode experimentar emoções positivas, um passo que poderia ajudar os parentes a entender o estado mental dos pacientes.
– Já usamos ressonâncias magnéticas funcionais para detectar a compreensão da linguagem em pacientes em estado vegetativo que não conseguem se comunicar de qualquer outra forma –, disse Tristan Bekinschtein, que também participou do estudo.
– Podemos agora usar métodos similares para buscar emoções positivas nesses pacientes. Isso é muito importante para as famílias e amigos desses pacientes, que querem saber se eles ainda conseguem experimentar o prazer e o riso, apesar da sua adversidade.
Fonte: Correio do Brasil